quinta-feira, 17 de março de 2011

Transmission - Joy Division





Criativa versão em stop motion do clássico do Joy Division com os bonecos Playmobil.
Puta aula!

Naoto Hattori

As Vanguardas Européias foram movimentos artísticos dos períodos entre guerras do século passado que definiram e inauguraram a modernidade nas artes em geral. Esses movimentos lançaram novas concepções artísticas e revolucionárias e romperam com as estéticas precedentes de uma forma que nunca havia sido feito anteriormente.

Dentre seus movimentos, o Surrealismo que, se não foi o mais revolucionários deles, foi sem dúvidas o que menos sofreu o desgaste do tempo. Haja vista que hoje, 87 anos depois da publicação do Manifesto Surrealista escrito por André Breton, existe uma grande quantidade de artistas dos mais variados meios de expressão que ainda utilizam os principais preceitos do movimento, como a valorização do inconsciente em suas atividades criativas, por exemplo.

O japonês Naoto Hattori é um desses artistas contemporâneos que bebe nas fontes do surrealismo. Formado Design Gráfico em Tóquio e depois na School of Visual Arts de Nova York - o artista, que tem um estilo delirante e lisérgico, está fazendo o sucesso nos States, onde ganhou  prêmios por alguns de seus trabalhos publicados em revistas e participou de algumas exposições em galerias badaladas como a Roq la Rue, de Seattle e a Fuse Galery em NYC.

Algumas Imagens de Hattori:

Para ver e saber mais clique aqui. 


quarta-feira, 16 de março de 2011

Parabéns, Mafalda!


Essa postagem é para a minha Mafalgambs.

Pode uma personagem de quadrinho ter a força de incorporar e ser a voz de uma nação inteira, ser ainda amada e respeitada no mundo todo e arrancar elogios apaixonados de intelectuais e artistas do porte de Humberto Eco e Júlio Cortázar?

Sim, pode! A Mafalda, oras!

Lançada originalmente em 15 de março de 1962 para uma propaganda de um eletrodoméstico, a criação do cartunista argentino Joaquín Salvador Lavado, o Quino, começou a ganhar o mundo em 1964, quando virou tira do jornal argentino “El Pais”.

Contestadora, idealista, inteligente e sarcástica, a menina Mafalda, de uma forma provocadora, dissertava sobre os problemas do mundo e de sua Argentina daquela época. Nada escapava de sua língua ferina; ditadura, racismo, consumismo, guerra entre tantas outras loucuras que o homem e a sociedade produzia (e ainda produz). Encantava também o tom singelo que tratava suas paixões. A pequena amava a democracia, os direitos humanos e, sobretudo, os Beatles e o desenho do “Pica-Pau”.

Em 1973, ao invés de continuar ganhando grana fácil com sua criação, Quino resolveu “matar” a Mafalda. Alegava que “a personagem já havia realizado sua missão e esgotado suas possibilidades”. Um final digno e coerente para a minha verdadeira heroína das histórias em quadrinhos.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Pato Fu - Rotomusic Di Liquidificapum

Hollywood Rock 1996. Eu estava lá.




Abraços ao Braguinha, ao Edu, ao Sumô e ao Peter... Amigos de Rock and Roll!

Mojo Books



Mais uma pequena história escrita por esse que vos fala foi publicada pelo projeto Mojo Books.
Desta vez, o conto teve como base a música Walk on the Wilde Side de Lou Reed. Vocês, meus amigos, podem conferir aqui.